CAGED - Saldo de Empregos |
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o saldo de empregos na RMC para o ano de 2011. A partir dessa informação, é possível realizar uma análise comparativa dos saldos de empregos e observar o comportamento dos postos de trabalho na região nos últimos seis anos. Para uma melhor visualização, encontram-se abaixo, na forma de gráficos, a evolução dos diferentes setores econômicos (Indústria, Construção Civil, Comércio, Serviços e Agropecuária), conforme classificação elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No setor Industrial percebe-se a ocorrência de bruscas oscilações no saldo de empregos: mais de 15.000 postos em 2007 e 2010, para um saldo negativo em 2009, tendo em vista o contexto econômico adverso na época.
Nesse sentido, o setor da Construção Civil merece especial destaque. Apesar da desaceleração econômica global, devido à crise de 2008, o saldo de empregos para o ano 2009, duplicou (102%) em relação ao ano anterior, sendo o maior saldo dos últimos seis anos, com a criação de 5.709 novos postos de trabalho.
O setor foi o único a apresentar um saldo de empregos em 2011 (3.134) maior que 2010 (2.905). Em um cenário nacional de queda na geração de empregos, a Construção Civil na RMC mostrou um bom desempenho.
Se compararmos com os setores econômicos mencionados, o Comércio foi o que apresentou maior estabilidade em termos de saldo de empregos. De 2006 a 2011, os valores variaram entre 5.000 a 10.000 novos postos de trabalho.
Líder na criação de empregos em cinco dos seis anos considerados, o setor de Serviços atingiu a marca de mais de 15.000 novos postos de trabalho em 2011. Em 2010, o setor registrou um saldo superior a 20.000 postos, ou seja, um marco na vocação da RMC.
O setor de Agropecuária, que também abrange a extração vegetal, caça e pesca, foi o que apresentou os menores saldos de emprego ao longo dos anos analisados. Desde 2009, o setor na Região apresentou somente déficits. O maior deles ocorreu em 2010, quando a diferença entre admitidos e desligados foi negativa em mais de 800 postos de trabalho.








